Supervisão Clínica para Clínicas
Terapeuta ocupacional, mestre em pesquisa clínica e CEO de centro especializado. Uma supervisão para clínicas que atendem TEA e querem elevar o padrão técnico da equipe com método, evidência e visão de gestão.
Vagas limitadas por ciclo de supervisão · Atendimento online e presencial
Quem conduz a supervisão
A Dra. Natália Andrade de Camargo Rocha é terapeuta ocupacional, mestre em pesquisa clínica e especialista em Transtorno do Espectro Autista, Integração Sensorial de Ayres e atuação nos contextos escolar e hospitalar.
Atua no atendimento clínico, na coordenação de equipes e é CEO de um centro especializado. Essa combinação dá à sua supervisão um olhar raro: ela enxerga o caso, o terapeuta e a clínica como um todo — e sabe o que é preciso para que a qualidade técnica se sustente no dia a dia de uma operação real.
“[FRASE DA DRA. NATÁLIA SOBRE O PAPEL DA SUPERVISÃO NA CLÍNICA]”
Por que supervisão
Quando a clínica cresce, a qualidade técnica tende a se diluir. A supervisão existe para que isso não aconteça.
O que a supervisão contempla
Avaliação, hipóteses, metas mensuráveis e ajuste de conduta em casos de TEA e de processamento sensorial.
Revisão da intervenção e do uso do espaço à luz dos princípios da ASI.
Padronização de avaliações, planos, evoluções e devolutivas, com o rigor da pesquisa clínica.
Formação contínua de terapeutas e coordenação, com feedback estruturado.
Entrada, reavaliação, alta e comunicação com famílias, a partir da experiência como CEO.
Orientação para clínicas que atuam junto a escolas e em ambiente hospitalar.
Método
Depoimentos
“[DEPOIMENTO REAL DE UMA CLÍNICA SUPERVISIONADA]”
“[DEPOIMENTO REAL DE UMA CLÍNICA SUPERVISIONADA]”
“[DEPOIMENTO REAL DE UMA CLÍNICA SUPERVISIONADA]”
Diagnóstico da clínica
Fale direto com a equipe da Dra. Natália pelo WhatsApp. Para agilizar, conte na sua mensagem:
Sim. O diagnóstico e os encontros de supervisão são conduzidos pela Dra. Natália Rocha.
Os encontros podem ser online, para clínicas de qualquer região do Brasil, ou presenciais, conforme disponibilidade e localização. O formato é definido no plano de supervisão.
Depende do objetivo: pode envolver toda a equipe de Terapia Ocupacional, a coordenação clínica ou um grupo específico de terapeutas. A gestão participa do diagnóstico e das revisões de indicadores.
A frequência é ajustada ao tamanho da equipe e às prioridades levantadas no diagnóstico. [DEFINIR: frequência padrão e duração mínima do ciclo].
O investimento varia conforme o formato e o tamanho da equipe, e é apresentado após o diagnóstico, junto com o plano de supervisão proposto.